terça-feira, 2 de novembro de 2010

Em busca da verdade!

Esta matéria foi publicada no blog do Josias de Souza e a transcrevo para que reflitamos sobre o que acontece em nosso país, onde são seguidos os mesmos “preceitos publicitários” que levaram Hitler a deflagrar o que se tornou a II guerra mundial.

Boa notícia: Superávit recorde. Má notícia: É mentira

O Tesouro Nacional serviu aos jornalistas, nesta terça (26), uma notícia bem ao gosto do presidente Lula ‘Nunca Antes na História’ da Silva.
 Informou-se que as contas do governo registraram no mês de setembro um superávit primário jamais visto: R$ 26,057 bilhões.
 Um detalhe desrecomenda a comemoração do recorde: ele decorre de uma feitiçaria financeira. Desconsiderada a bruxaria, houve um déficit de R% 5,8 bilhões.
 A mandinga percorreu cinco estágios: decolou do Tesouro, fez escalas na Petrobras, no BNDES e no Fundo Soberano, e aterrissou de volta no Tesouro.
 Abaixo, um resumo do que sucedeu:
 1. O Tesouro emitiu R$ 74,8 bilhões em títulos. Significa dizer que aumentou a dívida pública nesse montante.
 2. Um pedaço dos títulos (R$ 42,9 bilhões) foi usado pelo governo para adquirir ações da Petrobras no processo de capitalização da estatal.
 3. Outro naco (R$ 31,9 bilhões) foi repassado ao BNDES e ao Fundo Soberano, que também usaram o dinheiro para subscrever ações da Petrobras.
 4. Simultaneamente, o governo repassou à Petrobras 5 bilhões de barris de petróleo do pré-sal. Um óleo que ainda não veio à superfície. Encontra-se no fundo do mar.
 5. Na prática, a União vendeu à Petrobras um óleo que ainda não veio à superfície. Está nas profundezas do oceano. Dá-se à operação o nome de “cessão onerosa”.
 6. Para “pagar” pelo petróleo que ainda não levou ao barril, a Petrobras juntou os títulos que recebee e devolveu-os ao Tesouro.
 7. O Tesouro, por sua vez, cancelou os títulos que havia utilizado para bancar a compra de ações da Petrboras: R$ 42,9 bilhões. E a dívida evaporou.
 8. E quanto aos R$ 31,9 bilhões em títulos alocados no BNDES e no Fundo Soberano. Bem, esse pedaço da encrenca o Tesouro contabilizou como crédito.
 9. Por quê? Na bruxaria contábil do governo, trata-se de um empréstimo. O BNDES terá de pagar. Quando? Deus sabe.
 10. Assim, esses R$ 31,9 bilhões que o bancão oficial pagará sabe Deus quando foram à conta do mês como receita. Daí a conversão de déficit em superávit.
 11. Graças à utilização do petróleo que ainda não bombeou à superfície e à macumba do BNDES, o governo deve cumprir a meta anual de superávit: 3,3% do PIB.
 12. O feito será obtido a despeito do crescimento da folha de salários do funcionalismo e das despesas correntes dos ministérios.
 13. De resto, o Fundo Soberano começa a ser moído. Criado para borrifar verbas em áreas como educação, meio ambiente e tecnologia, o fundão virou dente da engrenagem do superávit.

Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade?
Vindo do Ministro da Propaganda de Hitler, que manipulou a educação na Alemanha e toda a mídia de massa a fim de preparar o povo alemão e instiuticionalizá-los na guerra, para que esta fosse algo esperado com furor pela Alemanha, e para que as crianças nas escolas fossem educadas como propriedades do Führer. Este homem abriu caminho nas mentes das pessoas para justificar o que Hitler fez contra judeus, ciganos, homossexuais, deficientes, velhos, enfim, 10 milhões de mortes foram justificadas com a célebre frase supra citada, a fim de dar respaldo a toda a doutrina do arianismo e suas consequências. Essa era a tática de Goebbels para convencer a população alemã da necessidade e da legalidade da guerra e quem se opusesse que fosse ter com Himler e a Gestapo.
           Há uma pequena divergência porém sobre a frase em si, alguns afirmam que seja: Uma mentira repetida cem vezes torna-se verdade.
Considerando que ao longo da história o homem tem cometido diversas atrocidades e usado o nome de Deus para justificar sua razão, sim, essas mentiras podem ser usadas para plantar a "verdade" na sociedade, suprimindo a verdadeira vontade divina, e atribuindo a vontade e a ganância humanas a Deus.

Para completar, infelizmente, esta “artimanha” faz parte do arsenal aconselhado por Gramski, no livro Cadernos do Cárcere, para a tomada do poder pelos socialistas na sociedade ocidental.


Para o povo, Pão e Circo

Por Christian Gurtner em 28/10/06
 
         O que mais precisam? Tendo isso, eles não querem mais nada. Não têm perspectiva, não têm objetivos grandiosos. Querem só comer e se divertir. Assim cresceu o império romano.
Mas uma minoria do povo não era controlada. Possuía conhecimento. E esses estavam no encalço pela disputa de poder que era facilitada pelas conspirações e traições palacianas que acabavam por abrir uma lacuna de corrupção no governo regente que era desmantelado.
Mas o governo seguia. O importante era manter o povo calado. Calado e contente com a esmola que recebia e era de receio geral que essa fosse perdida numa revolta. Anfiteatros para peças e lutas de gladiadores eram construídos, o pão, o mísero pão era distribuído como um gesto de grande “generosidade” e “solidariedade” dos governantes.
Pão e circo. Educação não. Educação é prejudicial. Educar o povo é abrir seus olhos para a podridão que já causa vômitos nos que a compreendem, mas são minoria. Uma minoria esmagada por um exército de iletrados que continuam sorrindo com um pão sujo na mão, um circo armado e nenhuma visão.
         O que mais me preocupa é que “assertivas” como esta, que remonta a Roma antiga e depravada, continuam fazendo adeptos nos dias de hoje.  

História de Roma Antiga e o Império Romano
República Romana, expansionismo da Roma Antiga, crise na República , Império Romano
 Guerras Púnicas, gladiadores, decadência do Império Romano, mitologia romana

Mito da fundação de Roma: loba amamentando Rômulo e Remo
Introdução
            
A
história de Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços conseguidos por esta civilização. De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim, que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
Origem de Roma : explicação mitológica
Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo. Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália. Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.
Origens de Roma : explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)
De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três povos que foram habitar a região da Península Itálica: gregos, etruscos e italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas atividades pastoris.
A sociedade, nesta época, era formada por patrícios ( nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
República Romana (509 a.C. a 27 a.C)
Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e pelos tribunos da plebe. 
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior participação política e melhores condições de vida.  
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos romanos).
Formação e Expansão do Império Romano
Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos, venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal, nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia, o Egito, a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e a Palestina.
Com as conquistas, a vida e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.
Principais imperadores romanos : Augusto (27 a.C. - 14 d.C), Tibério (14-37), Caligula (37-41), Nero (54-68), Marco Aurelio (161-180), Comodus (180-192).
 Pão e Circo 
Com o crescimento urbano vieram também os problemas sociais para Roma. A escravidão gerou muito desemprego na zona rural, pois muitos camponeses perderam seus empregos. Esta massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de empregos e melhores condições de vida. Receoso de que pudesse acontecer alguma revolta de desempregados, o imperador criou a política do Pão e Circo. Esta consistia em oferecer aos romanos alimentação e diversão. Quase todos os dias ocorriam lutas de gladiadores nos estádios ( o mais famoso foi o Coliseu de Roma ), onde eram distribuídos alimentos. Desta forma, a população carente acabava esquecendo os problemas da vida, diminuindo as chances de revolta.

Luta de gladiadores: pão e circo
Cultura Romana
A cultura romana foi muito influenciada pela cultura grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e arquitetura grega.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os senadores e membros da
aristocracia romana iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro cantos do império, dando origem na Idade Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
Religião Romana 
Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande parte dos deuses romanos foram retirados do panteão grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres e
Baco.
Crise e decadência do Império Romano
Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações militares. 
Os povos germânicos, tratados como bárbaros pelos romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império Bizantino), com capital em Constantinopla.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões, ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada de Idade Média.
É, NA VERDADE TENHO QUE ADMITIR QUE O HOMEM, INFELIZMENTE, CONTUNUA O MESMO COM RARAS E HONROSAS EXCEÇÕES.
Que DEUS nos perdoe e ilumine!

PARABENS AOS VENCEDORES DAS ELEIÇÕES 2010! Esperamos que, com lealdade e dedicação, venham a corresponder ao que a sociedade espera deles.

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